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Amianto. Autoridade de saúde promete agora fazer vistoria na Escola D. Pedro I

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“O Técnico de Saúde Ambiental que fez a vistoria em 2016 está neste momento de férias até ao fim do ano. Assim, vou solicitar uma vistoria sanitária para a primeira semana do próximo mês”. Depois de ter afirmado, como noticiado na edição anterior, que as estruturas de ligação entre os pavilhões, na Escola D. Pedro I, inaugurada em 1989, em Alcobaça, “não apresentavam vestígios de degradação evidente”, Jorge Nunes, coordenador da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Oeste Norte, a que pertence Alcobaça, reagiu assim a fotografias atuais das coberturas de fibrocimento, de dezembro de 2017. Nestas, os sinais de degradação são visíveis a olho nu, com quebras nas orlas e exibindo marcas de infiltração, juntas danificadas e fissuras em alguns locais com parafusos. Antes da integração no agrupamento de escolas, a direção terá feito um levantamento da situação, com fotografias, que remeteu à tutela governamental requerendo a remoção das coberturas, mas sem sucesso. Entretanto, desconhece-se se foram tomadas outras diligências pela direção do Agrupamento de Escolas de Cister, que voltou a não responder às questões colocadas pel’O ALCOA. As fotografias agora publicadas foram enviadas ao presidente da Câmara Municipal de Alcobaça que fez apenas as seguintes declarações: “tal como foi afirmado no email enviado a 7 dezembro, em resposta a esta mesma questão, este assunto está a ser devidamente acompanhado pela Câmara Municipal de Alcobaça”. Por esclarecer ficou a razão de alegadamente a autarquia ter substituído as coberturas da Escola Frei Estêvão Martins, em Alcobaça, e da Escola Básica da Benedita e não ter tido o mesmo procedimento para com a Escola D. Pedro I.

 

(Saiba mais na edição em papel e digital de 29 de dezembro de 2017)

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