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Professor Leroux convida a “Uma Visita ao Mosteiro de Alcobaça”

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“Dar a conhecer um pouco o que foi a vida e a história dos monges que viveram neste extraordinário mosteiro durante sete séculos”. Assim se pode resumir o conteúdo e objetivo do livro “Uma Visita ao Mosteiro de Alcobaça”, do professor Gerárd Leroux, que será lançado a 21 de outubro, pelas 18h00, no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, com publicação do jornal O ALCOA. Uma obra que, segundo o autor, decorre da transcrição das explicações que deu a um grupo de jovens católicos locais e visitantes, há dois anos atrás. Na ocasião, celebravam-se as comemorações do IX Centenário da fundação do Mosteiro de Claraval, em França, em 1115. Ora o Mosteiro de Alcobaça, fundado por D. Afonso Henriques, é, como refere, “filho direto do Mosteiro de Claraval, fundado por São Bernardo”. Depois dessa iniciativa, a direção d’O ALCOA, que tinha convidado o eminente historiador da Ordem de Cister para acompanhar a visita e já vinha almejando a publicação de um trabalho seu sobre a abadia de Alcobaça, pediu que as gravações, devidamente transcritas e organizadas, fossem publicadas em livro. Gérard Leroux aceitou o desafio mas confrontado, entretanto, com diversos problemas de saúde, que atrasaram a realização do projeto, só agora conseguiu dar resposta. “Esta publicação vem no seguimento de outras já realizadas pela paróquia e que pretendem ajudar-nos, como comunidade católica, a conhecer e a apreciar o nosso rico e belo património material e espiritual. Neste caso, com uma ajuda preciosa do Professor Leroux, um dos maiores conhecedores da vida cisterciense e do nosso mosteiro, em particular”, explica o P. Ricardo Cristóvão, pároco de Alcobaça e coordenador geral d’O ALCOA.
Sobre o seu interesse como historiador desta ordem religiosa, o autor conta que, aos “seis ou sete anos”, quando acompanhou o pai “numa visita que, um dia, foi fazer a um amigo que era monge no mosteiro cisterciense de Mont-des-Cats, perto de Roubaix, lá no norte da França” ficou muito impressionado com “o irmão porteiro, um gigante vestido de burel castanho, com uma barba branca de profeta bíblico”. Mais tarde, prossegue, “sendo já escuteiro, frequentei vários mosteiros, e depois, ao longo da minha vida profissional, sempre mantive contactos com monges e monjas de diversas ordens”.
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(Saiba mais na edição em papel e digital de 19 de outubro de 2017)

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