Cultura

Rita Guerra. “O público da região de Alcobaça é muito fervoroso e participativo”

CARTAZ RITA GUERRA ACUST_new

O que a define enquanto cantora?
É o tentar gozar ao máximo cada uma das vezes que canto, seja onde e para quem for. As circunstâncias podem ser diferentes e as mais variadas, mas tenho de gostar muito de cada nota que canto. Diria que é uma sensação única, que felizmente posso saborear muitas vezes, testando-me e deixando que as emoções me levem na voz.

Mais de 30 anos de carreira: que balanço faz?
É um percurso com muitos anos, com fases, mas sempre com credo e vontade de ir mais além. Sinto que valeu muito a pena até aqui e que muito tenho ainda por fazer. Não foi fácil, mas cada experiência foi indispensável para o meu amadurecimento, a todos os níveis. A saúde existe, felizmente, a voz também, e o caminho ainda está a meio.

Que emoções pretende transmitir quando canta?
Tento emitir a emoção do momento, claro e também o que diz a letra em questão. Há canções que vivem mais da interpretação da letra, outras da musicalidade da melodia e dos acordes que me acompanham. É como que um número de magia, onde se sabe onde acaba – no final da letra –, mas que, no decurso da mesma, as voltas podem ser diferentes até ao final esperado.

Já atuou cá várias vezes. Como define o público desta região?
O público de Alcobaça é muito fervoroso e participativo, o que felizmente é quase sempre uma constante neste tipo de concertos, pois permite uma proximidade maior entre artista e o público.

 

Concerto

Rita Guerra sobe ao palco, na sexta-feira, dia 20 de julho, pelas 21h30, no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita. A artista, neste espetáculo, percorre as histórias e as canções mais emblemáticas da sua carreira, ela que é unanimemente considerada uma das maiores intérpretes nacionais. À voz única de Rita Guerra, junta-se a mestria dos seus músicos e a interação e cumplicidade com o público.

 

(Saiba mais na edição em papel e digital de 12 de julho de 2018)

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