Quantos imóveis devolutos existirão na cidade e no concelho de Alcobaça?
“Seguramente que muitos”, responderam a’O ALCOA Maria do Carmo Santos, José Inácio, Fernanda Oliveira e Cristina Vieira, alguns dos alcobacenses que residem ou trabalham na cidade e que apontam exemplos concretos: Rua Frei Fortunato, Rua Afonso de Albuquerque, Rua do Castelo. “Era urgente que se fizesse alguma coisa, pois algumas destas casas representam um perigo”, alertou Fernanda Oliveira. “Qualquer dia há uma desgraça”, acrescentou Maria do Carmo Santos.
Se o problema das casas devolutas e em risco de ruir já existia, a verdade é que as tempestades que assolaram a região no final de janeiro e início de fevereiro aceleraram processos, expuseram fragilidades e lembraram que, quando o edificado envelhece sem intervenção, basta um temporal para transformar risco em realidade.
Muitas vezes, o que evita o pior é a intervenção da Proteção Civil ou a ação responsável dos proprietários. Um exemplo disso foi o que aconteceu numa habitação devoluta e em risco na Rua Engenheiro Bernardo Vila Nova, em Alcobaça, parcialmente demolida a 13 de fevereiro. O imóvel, já sinalizado como estando em perigo de ruir, tinha sido interditado pela Proteção Civil de Alcobaça no dia 10, após novos danos provocados pelas tempestades.
Leia a notícia na integra na edição de 26 de fevereiro de 2026





























