Marina, nome fictício, tinha 46 anos quando um rastreio de rotina lhe mudou a vida. Professora de matemática, mãe de dois adolescentes de 15 e 17 anos, recebeu o diagnóstico de cancro da mama como quem vê o chão desaparecer. Cinco anos depois, curada e apenas em vigilância, repete a’O ALCOA a mesma convicção de que tantas vezes se esquece: “a prevenção continua a ser o melhor «medicamento» que temos”.
Foi precisamente esta a mensagem que, há um mês, a Unidade de Saúde Familiar (USF) Pedro e Inês, em Alcobaça, levou ao Auditório Adães Bermudes, em Alcobaça.
Integrada no Dia do Médico de Família, a sessão “Cuidar hoje para celebrar o amanhã: Rastreios Oncológicos que salvam vidas” reuniu a população para uma conversa clara, direta e urgente sobre prevenção. O objetivo: aproximar a comunidade dos três rastreios oncológicos organizados em Portugal (da mama, colo do útero, e cólon e reto) e desmontar receios, mitos e barreiras que continuam a afastar muitos utentes destes exames essenciais. Os números mostram que ainda há um longo caminho a percorrer.
Leia a notícia na integra na edição de 02 de julho de 2026





























