António Vicente. “Existirei sempre em paralelo à arte da escrita”

Como surgiu a paixão pela escrita?
Através da leitura dos primeiros poemas no ensino básico. A simplicidade poética, a beleza e o encantamento, através das palavras, incentivaram-me a continuar a ler e a querer conhecer com profundidade a arte da escrita. Por vezes, regressava aos meus textos favoritos, lia repetidamente os poemas que me marcavam nessa época. Este exercício de leitura levou-me, de forma bastante natural, a querer escrever. Foi com cerca de quinze anos que escrevi os primeiros poemas, sempre num registo romântico e simbólico.

O que retrata o livro “A Lenta Descida Pela Noite dos Teus Lábios”?
Retrata uma lenta descida pelas diferentes camadas invisíveis do amor. É uma coletânea de poemas que aborda esta temática de uma forma transversal e contemporânea: o amor pelas pessoas, objetos e lugares. Do ponto de vista literário, a obra visa enlevar a beleza do quotidiano num estilo aliado ao romantismo e ao simbolismo. É um livro para todos.

Como foi a experiência de publicação da primeira obra?
Foi uma experiência bastante gratificante que me transmite um sentimento de plenitude. Sinto que precisava de iniciar esta primeira publicação para me sentir realmente parte integrante da esfera literária. Contei com o auxílio «cirúrgico» da editora Cordel d’Prata, que me permitiu estar presente, enquanto escritor, na 91.ª edição da Feira do Livro de Lisboa e com o apoio do Município de Alcobaça, que me permitiu estar presente no 7.º Festival Literário “Books&Movies”.

Saiba mais na edição impressa e digital de 17 de fevereiro de 2022.

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