As mãos que tecem, pintam e criam

Foto por Catarina Reis e Sara Susano

Quando se valorizam as tradições portuguesas combinando o que de melhor se faz à capacidade de reinventar com alma e coração, só o sucesso pode ser o resultado. O artesanato de Arménio Varela, os azulejos de João Moreira e as cestas de Toino Abel são disso mesmo exemplo. Logo, três histórias de sucesso.

O rosto por detrás das mãos que manejam o bunho não gosta de ser fotografado mas o talento tem uma história que merece ser revelada. Arménio Varela, 57 anos, de Famalicão da Nazaré, herdou o ofício do seus antepassados, legado por um homem do concelho da Golegã que veio à região vender azeite e se admirou com a quantidade de “bunho”, aquela espécie de junco, que ali existia. …

É o saber da arte da azulejaria portuguesa, a criatividade e o gosto pela pintura que se destaca no trabalho de João Moreira. Foi aos 20 anos e pelas mãos do ceramista João Santos, de Alcobaça, que este turquelense se iniciou profissionalmente. …

É com uma paixão genuína pelo que é antigo e tradicional que na Castanheira, Coz, Nuno Henriques, de 30 anos, faz jus às tradições do seu avô Toino Abel e à qualidade do artesanato da região. As cestas são feitas como no tempo do seu avô: à mão. …

(Saiba mais na edição em papel de 5 de março de 2015)

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