Covid-19. Profissionais de saúde depositam esperança na vacina

“Esta vacina será certamente o início da normalização das nossas vidas”. Pedro Capelo, médico de Medicina Geral e Familiar, na Unidade de Saúde Pedro e Inês, em Alcobaça, recebeu a 1.ª vacina contra a Covid-19, a 29 de dezembro, congratulando-se com a sua disponibilização a quem está na linha da frente.
“Este ano foi um verdadeiro desafio”, declara o médico. “Apesar de não estarmos preparados para o que aí vinha”, cada um de nós respeitou “aquilo que foram as orientações dadas e o Serviço Nacional de Saúde teve de se reorganizar da forma possível”, refere Pedro Capelo.  Agora, o “maior desafio será a reconstrução de tudo o que se «perdeu» durante os últimos meses, desde o impacto económico aos receios criados nas pessoas”. Daí “ser importantíssimo” a vacinação da população. “A humanidade sairá certamente mais forte desta adversidade”, acredita Pedro Capelo.

Catarina Rebimbas, médica de Saúde Geral e Familiar, colocada em Aveiras de Cima e Alcoentre e que já trabalhou em Alcobaça, vê a vacina como uma esperança de “recuperarmos muito do que perdemos com a pandemia, de reduzir o número de mortes e de situações de doença grave, e de libertar um pouco o Serviço Nacional de Saúde para o tratamento e seguimento adequado de outras doenças”. Catarina Rebimbas fala de 2020 “como um ano muito complicado”, com a reorganização drástica dos serviços, com muita assistência não presencial, recurso a consultas por telefone e email.

“Uma luz ao fundo do túnel”. Assim vê a alcobacense Carolina Figueiredo a vacinação contra a Covid-19. “A prestação de cuidados nunca foi tão desafiante”, salienta a enfermeira do Hospital Distrital de Santarém, apontando barreiras criadas pela pandemia.

 

Saiba mais na edição impressa e digital de 7 de janeiro de 2021.

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