O ALCOA fez, no dia 27 de dezembro de 2025, 80 anos. Uma data que assinalámos com uma missa seguida de um jantar convívio. Chegar aos 80 numa altura em que a imprensa regional vive grandes desafios é, por si só, um feito. Assim, esta é uma celebração que merece ser vivida com a comunidade que lhe dá sentido. Por isso a 12 de setembro, voltamos a celebrar estes 80 anos.
A festa faz-se com música, memória e identidade. A Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Vestiariense Monsenhor José Cacella sobe ao palco do Cine-Teatro João D’Oliva Monteiro, em Alcobaça, revisitando temas que atravessam a própria história do jornal. A presença do tenor Filipe de Moura acrescenta a dimensão lírica à celebração. O Grupo de Teatro Prata da Casa transforma a história d’O ALCOA numa encenação biográfica, numa viagem pelos episódios, figuras e momentos que moldaram este “Jornal de Todos Nós”.
Num tempo em que os jornais regionais enfrentam desafios profundos, a velocidade do consumo instantâneo, a erosão da atenção e a fragilidade dos modelos económicos, são a credibilidade, a proximidade e o compromisso com a comunidade que continuam a distinguir quem resiste. O ALCOA resiste porque está onde sempre esteve: ao lado das pessoas, das instituições, das histórias que merecem ser contadas.
Celebrar 80 anos é uma honra. Mas é também um impulso. Queremos chegar aos 81, aos 82, aos muitos que virão. Quero continuar a escreve editoriais que marquem cada aniversário, continuar a honrar o património que herdámos e que temos o dever de proteger. Celebrar esta data não é apenas assinalar um aniversário: é reafirmar a marcha iniciada em 1945 pelo P. Manuel Vitorino – visionário, ousado, determinado, que rompeu o silêncio e construiu um legado que é de todos.
Assinem jornais, comprem jornais, sobretudo os regionais. A imprensa local só vive com a comunidade que a lê, a apoia e a reconhece como sua.
O ALCOA é o “Jornal de Todos Nós”.
Juntem-se à nossa festa!




























