José Gonçalves, diácono de Turquel e de Évora, celebra 80 anos

“A comunidade acolheu-me com muito carinho”, afirma o diácono permanente de Turquel e de Évora de Alcobaça, José Gonçalves, a’O ALCOA. Nascido, em Trás-Os-Montes, José Gonçalves admite “ter tido uma infância difícil”, porque o pai faleceu antes de ele nascer e nem conheceu os avós paternos. O diácono fez a primária e prosseguiu os estudos no seminário, perto da Régua, durante 13 anos, tendo acabado no 3.º ano de Filosofia. Depois de trabalhar no Hospital Santa Maria, foi para a tropa, “estando na Guerra do Ultramar”, recorda. Quando voltou, em 1971, casou-se com Maria Júlia Gonçalves, tendo ficado a morar em Queluz e a trabalhar num banco. Porém, confessa: “nunca gostei do ambiente citadino e estava sempre a pedir à minha esposa para mudarmos para um ambiente mais calmo”. Maria Júlia Gonçalves não acedeu, “mas não podia ser para norte do distrito de Leiria”.

Em 1983, José Gonçalves é convidado a trabalhar num banco, em Turquel. “Vim sozinho, não conhecia nada, nem ninguém, exceto o cheiro dos porcos que se fazia sentir no IC2”, lembra. A 10 de janeiro de 1984, apresenta-se, de manhã, no banco. De tarde, foi fácil encontrar alojamento na terra que o acolheu até hoje. Em setembro desse ano, o filho mudou-se para junto do pai. Só em abril de 1985, a família ficou unida, novamente.

Saiba mais na edição impressa e digital de 28 de outubro de 2021.

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