Aos 16 anos, Lia Fonseca é já um dos nomes mais promissores da patinagem artística portuguesa. Representa o CRP Ribafria com orgulho e dedicação, acumulando presenças em provas internacionais de grande exigência, como a Taça do Mundo e o Europeu. O seu percurso tem sido marcado pela disciplina, pela ambição e por uma maturidade pouco comum para a idade. Filha de treinadora, cresceu dentro de um pavilhão, rodeada do ambiente que acabaria por definir grande parte da sua identidade. Nos últimos anos, Lia tem-se destacado pela consistência, capacidade de superação e forma como encara cada desafio com seriedade e entusiasmo. O nacional em que conquistou a sua primeira medalha tornou-se um marco na sua carreira, não apenas pelo resultado, mas pela carga emocional que representou após um período de treinos intensos, deslocações, dúvidas e esforço diário. Nesta entrevista, dá-nos um olhar próximo sobre o seu percurso, os bastidores da preparação, a relação com a família e com a equipa técnica, bem como o equilíbrio entre a vida académica e desportiva. Uma jovem atleta que vive a patinagem como paixão, compromisso e sonho de futuro.
Como nasceu a tua paixão pelo desporto e quando decidiste dar os primeiros passos?
Desde pequena que a patinagem esteve na minha vida. A minha mãe dava treinos e, desde os primeiros meses, eu ia para o pavilhão com ela. Comecei a ganhar uma grande paixão pelo desporto e tinha 18 meses quando calcei os primeiros patins.
Imaginavas competir internacionalmente?
Sempre foi um sonho. Em pequena fui chamada por um projeto da Federação Nacional e percebi que havia possibilidade. Estes três feitos internacionais significam muito para mim.
(Leia a noticia na integra na edição de 04 de dezembro de 2026)