Mosteiro. Governo questionado sobre liberdade religiosa

A exemplo dos anos anteriores, a Paróquia de Alcobaça requereu por escrito a 13 de dezembro, à diretora do monumento do Mosteiro de Alcobaça, Ana Pagará, que a imagem/escultura de São José fosse movida uns metros de uma das capelas do deambulatório para perto do altar, como tem sido autorizado, para formar o presépio, na frente de uma braça de loureiro decorada com laranjas, como faziam os monges do Mosteiro de Alcobaça. A deslocação da imagem seria, como sempre, realizada e acompanhada por pessoal técnico local da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC). O pedido referia ainda o Ano de São José, decretado pelo Papa Francisco, tendo, por isso, a presença da imagem nas cerimónias natalícias um significado cultual acrescido.
Apenas a 31 de dezembro, uma semana depois do Natal, recebeu a Paróquia de Alcobaça resposta escrita da diretora do monumento Ana Pagará a dizer que o pedido tinha sido indeferido por despacho da subdiretora-geral do Património Cultural, alegando problemas de conservação da imagem.
Para tratamento jornalístico destes factos, que suscitaram na anterior edição um correio do leitor, O ALCOA colocou várias questões ao primeiro-ministro.

 

Saiba mais na edição impressa e digital de 4 de fevereiro de 2021.

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