No mesmo dia em que a comunidade celebrou a Padroeira, a Nazaré assinalou outro momento marcante: a reabertura do Museu Dr. Joaquim Manso, encerrado há cerca de dez anos. cerimónia, que contou com a presença da Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, coincidiu com os 50 anos da abertura do Museu, inaugurado em 1976.
O equipamento regressa agora à comunidade após obras de adaptação às exigências de conservação do seu acervo, que reúne embarcações tradicionais, artes de pesca, trajes, fotografia, pintura e arqueologia, testemunhos da relação secular da Nazaré com o mar, o trabalho e as tradições. Para o presidente da Câmara da Nazaré, Serafim Silva, a reabertura representa “uma parte da nossa memória, da nossa identidade e da nossa relação com o mar”.
O autarca sublinha que a Nazaré deve mostrar ao mundo não só as ondas gigantes, mas também a sua história: “Queremos que levem imagens das ondas, naturalmente. Mas queremos que levem também história”. Uma história que esta edição das Festas em Honra de Nossa Senhora também marcou, em que o regresso ao largo do Santuário devolveu alma às celebrações.





























