A Câmara Municipal da Nazaré aprovou, a 9 de dezembro, o Orçamento Municipal e as Grandes Opções do Plano para 2026, num total de 28,1 milhões de euros. A proposta passou com os votos favoráveis do PSD, a abstenção do PS e o voto contra da vereadora do Chega, Lúcia Loureiro, que classificou o documento como “um orçamento que empobrece a Nazaré, as famílias, as empresas e o futuro”, acusando o executivo de manter “a carga fiscal mais alta da região” e de persistir na “inação” quanto ao acompanhamento do Fundo de Apoio Municipal (FAM).
Apresentado como um orçamento de transição, o presidente da Câmara, Serafim Silva, sublinhou que o documento continua condicionado pelo regime do FAM, embora já tenham sido iniciados contactos para uma saída faseada. O autarca destacou três princípios orientadores (responsabilidade, transparência e estabilidade) e apontou o peso da despesa corrente como o principal entrave à capacidade de investimento do município.
O executivo iniciou uma reorganização interna dos serviços e está a proceder ao levantamento das necessidades mais urgentes no edificado municipal, com prioridade para escolas e equipamentos desportivos.
(Leia a notícia na integra na edição de 18 de dezembro de 2025)