O olhar local sobre mudanças da avaliação dos alunos a meio do ano escolar

Depois da abolição no parlamento dos exames de Português e de Matemática para os alunos do 4.º ano, um mês depois do início do segundo período, pais, professores e alunos ficaram a saber de muitas outras alterações. Desde 2000, a forma de avaliar os alunos do ensino básico já foi mudada mais de 20 vezes. Desta vez, desaparecem os exames nacionais no 6.º ano, mantendo-se apenas os exames do 9º ano, e regressam as provas de aferição para o 2º, 5º e 8º anos, para já a Português e a Matemática, mas com intenção de as alargar depois a outras áreas de ensino. Mas Tiago Brandão, o novo ministro da Educação, também suspendeu o teste de Cambridge no 9º ano.
Para Desidério Pires, professor da EB2/3 Frei Estêvão Martins, de Alcobaça, responsável pela preparação dos alunos da escola na participação das Olimpíadas Regionais e Nacionais de Física e de Química, estas alterações são, em sua opinião, “uma forma do ministro apresentar trabalho”. O professor vê estas medidas primeiro como desadequadas no tempo, pois “não deveriam ser aplicadas a meio do ano letivo”, e duvidando da sua eficácia já que “os miúdos do 2º ano não fazem ideia do que são provas de aferição”.

(Saiba mais na edição em papel e digital de 21 de janeiro de 2016)

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