O ALCOA conta mais um ano de existência. Já são oitenta, bem bonito role. O título deste artigo poderia ser o seguinte: “O ALCOA e eu”. Se o jornalismo sempre me fascinou, o título O ALCOA persegue-me desde criança, habituado a vê-lo em muitos lares do concelho. Tive uma vida profissional ligada à Banca, mas só não foi ligada ao jornalismo porque um Banco me ofereceu um vencimento superior ao que dois importantes diários da época me propunham. Mas sempre colaborei em jornais e revistas. Algum dia teria também de colaborar com o periódico da minha terra O ALCOA. Aconteceu em 1992 e devido a um episódio que considerei menos agradável interrompi em a minha colaboração. Viria a retomá-la já no início deste Sec. XXI e, de então para cá, não mais deixei de escrever, rever, editar no jornal de todos nós. Com altos e baixos no seu percurso, O ALCOA mereceu do Pe. Carlos Jorge, na altura pároco de Alcobaça e Coordenador Geral, uma intervenção importante: um novo grafismo, desde logo no título e também nas várias secções, que passaram a ser designadas pelo percurso dos rios (neste caso, o Rio Alcoa) como Nascente, Corrente, Afluente, Foz. Não há dúvida que o P. Carlos Jorge assumiu estas funções com muito interesse, pois também a Sede e a Redação foram objeto de obras de beneficiação. Esta ação dinamizadora no jornal prossegue, por isso O ALCOA, renovando-se de forma contínua, vai mantendo o direito a ser considerado não só o mais antigo periódico de Alcobaça, como o mais abrangente, não obstante se tratar de uma publicação de matriz cristã e propriedade da Igreja de Alcobaça.