Os atentados vividos pelos portugueses na Bélgica

A 22 de março a Europa voltou a tremer, depois dos ataques terroristas que fizeram 35 mortos em Bruxelas e mais de três centenas de feridos. As explosões no aeroporto de Zaventem e na estação de metro de Maalbeek, reivindicados pelo Daesh, deixaram o mundo em alerta contra o terrorismo, essa que é uma ameaça global. Com cerca de 20 mil portugueses a residirem no país, O’ALCOA foi saber como viveram e sentem estas ameaças.
“Agora andar de metro é como ter uma arma apontada à cabeça”. É desta forma que Ana Teixeira, valadense de 43 anos, a viver em Bruxelas há 20, descreve o que sente. “Felizmente naquele dia não tive que apanhar o metro, como habitualmente faço, porque trabalhava noutro local”, conta a emigrante que reside a 40 metros da Praça da Bolsa, onde foi erguido um memorial às vítimas. Apesar de toda a insegurança, Ana faz questão de levar uma vida normal e de incutir esse espírito à sua filha de cinco anos. “Uma tarefa complicada”, diz, referindo que a pequena Sheila tem pesadelos e lhe pergunta se em casa está tudo bem fechado, “para os maus não entrarem”.

(Saiba mais na edição em papel e digital de 14 de abril de 2016)

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