Chegou à Benedita há poucos meses, mas já percebeu a dimensão, o ritmo e a identidade de uma das maiores paróquias da região. O P. Paulo Antunes traz consigo mais de três décadas de serviço pastoral, marcadas por passagens na Lourinhã e em Torres Vedras. Agora, na Benedita, assume o desafio de dar continuidade ao trabalho feito e de reforçar. Numa entrevista a’O ALCOA, fala das prioridades pastorais, dos projetos em curso e do que espera para a comunidade que agora acompanha.
Lembra-se do que queria ser quando era criança?
Sim. Tinha ali alguma inclinação e algum gosto pelas ciências. Na área da enfermagem ou da medicina, mas fui percebendo que as notas não eram grande coisa, que não era por ali.
Que recordações mais marcantes tem da sua infância e adolescência? Quando sentiu a vocação?
Creio que foi ali por volta dos 14 anos, foi o marco importante. A profissão de fé, a morte de um padre vizinho meu, num casal pequenino de 20, 25 habitantes, isso marcou-me. Também na altura entrei nos a acólitos, estava no grupo de jovens e nas Equipas de Jovens de Nossa Senhora. Olhando para trás percebi que havia ali alguma busca.
Que percurso fez antes de chegar à Benedita?
Fui ordenado a 4 de julho. Estive 10 anos na zona da Lourinhã, nas paróquias do concelho, com uma equipa sacerdotal. Depois fui para as paróquias de Turcifal e S. Mamede da Ventosa, no concelho de Torres Vedras, de onde sou natural, e estive ali 21 anos. Agora, a Benedita é o terceiro pouso.
Já conhecia a Benedita antes de ser nomeado?
Não, não conhecia. Sempre estive ali pela minha zona, Lourinhã e Torres Vedras.
Leia a notícia na integra na edição de 7 de maio de 2026





























