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Pedrogão. Alcobacense Mário Cerol ilibado do processo

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Mário Cerol, o alcobacense envolvido e arguido do processo relativo aos incêndios de Pedrogão Grande, no ano de 2017, foi agora ilibado de todas as acusações que lhe eram atribuídas, não indo, assim, ao julgamento relativo a este caso. Contactado pel’O ALCOA, o antigo comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça disse que por não ter “conhecimento oficial, não pretendo para já prestar declarações”.
Foi a 21 de junho que a decisão do juíz Gil Vicente foi conhecida, ilibando Mário Cerol, segundo comandante do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, e Sérgio Gomes, adjunto de operações Nacional na Autoridade Nacional de Protecção Civil. O juíz argumentou que Mário Cerol e Sérgio Gomes “perante a anormalidade do evento e o domínio do evento após o seu recrudescimento, pouco podiam fazer”, havendo ainda a hipótese de recurso.
José Graça, antigo vice-presidente da câmara de Pedrógão Grande, que foi acusado pelo Ministério Público, também não irá a julgamento “porque não lhe estavam delegados poderes para gestão de combustíveis”, alegou o juíz. O presidente da câmara de Pedrogão Grande, irá responder em tribunal pela morte, por negligência, de sete pessoas e por quatro crimes de ofensa à integridade física também por negligência.
Os incêndios de Pedrógão Grande provocaram a morte a 66 pessoas e mais de 200 feridos e um grande número de habitações e terrenos destruídos.

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