Entre o rinque e a pista, os resultados do hóquei feminino do Hóquei Clube (HC) Turquel e da Patinagem Artística do CRP Ribafria mostram que o talento não tem género: raparigas e rapazes continuam a desafiar preconceitos, a conquistar espaço e a provar que o desporto pertence a quem trabalha, persiste e sonha.
Entre o rinque e a pista, esta época deixou uma mensagem clara: o desporto não pertence a um género. Em Turquel, a equipa feminina Sub-15 do HC de Turquel alcançou o 3.º lugar no Campeonato Nacional de hóquei, enquanto na patinagem artística o CRP Ribafria da Benedita conquistou o 5.º lugar por equipas entre 76 clubes e viu João Silva sagrar-se Campeão Nacional Juvenil de Patinagem Livre. São resultados em modalidades distintas, mas unidos pela mesma ideia: as raparigas que se afirmam no hóquei e os rapazes que brilham na patinagem ajudam a desfazer rótulos antigos e a abrir portas a novas gerações de atletas.
Nas duas modalidades, a formação surge como base do sucesso. No HC Turquel, a exigência competitiva foi acompanhada pela preocupação de envolver todas as atletas e preparar as mais novas para futuros desafios. No CRP Ribafria, Inês Mateus sublinha que “o resultado coletivo reflete um projeto com 16 anos, construído desde a iniciação até à afirmação nacional”. De entre os nomes que simbolizam esta mudança estão Maria Monteiro e João Silva. Maria Monteiro, capitã do HC Turquel e 9.ª melhor marcadora do Nacional Sub-15 feminino, valorizou o reconhecimento dado ao hóquei feminino e acredita que esta visibilidade pode inspirar outras raparigas a experimentar a modalidade. // EVA REIS
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