A RED é sigla que se vai usar para designar a Rota Estrada D. Maria I / D. Maria Pia, ou seja, um estudo sobre o património natural, material e imaterial das povoações à beira da Estrada. Por exemplo, gentes, casas, ermidas, estalagens, lagares, lagoas, serra, plantas rasteiras, olivais, eucaliptais e pinhais, fornos de cal, escolas, tabernas, etc. Inicia-se em Asseiceira, concelho de Rio Maior e vai até à Batalha, saltando neste percurso, os troços nas freguesias de Pedreiras e Calvaria de Cima, ou seja, o concelho de Porto de Mós.
Pretende estudar a história local das povoações que abrange, resgatando memórias de pessoas, cujas vidas contribuíram para o bem comum, ou que simplesmente fizeram parte do normal quotidiano histórico. Começou em 2023 e além de se articular com as JEPs – Jornadas Europeias do Património, desenvolve o seu próprio tema comum a todos troços: Pedra e Água.
Utiliza metodologia de história oral e algumas fontes escritas, em especial no livro de R.C. d’Azevedo ‘A estrada de Rio Maior a Leiria em 1791’.
A RED é um projeto do Fórum Terra Mágica das Lendas, CRL., em parceria com associações locais. Segue anualmente o programa das JEPs que em 2023 foi PATRIMÓNIO VIVO e no ano seguinte ROTAS, REDES e CONEXÕES. Este ano de 2025, o tema é ARQUITETURA: – JANELAS PARA O PASSADO, PORTAS PARA O FUTURO com os seguintes subtemas:
a) arquitetura religiosa: Igrejas, Capelas, Esculturas, Alminhas, Cruzeiros, Mosteiros;
b) arquitetura comercial: Lojas, Armazéns, Escritórios, Casas de Comércio, Mercearias, Tabernas, Estalagens/Mala-Posta; c) arquitetura industrial – Moinhos, lugares de produção antigos e atuais, fábricas velhas, chaminés de padarias e outras; d) arquitetura doméstica – Casas Particulares, Pedras de era, edifícios de construção local vernacular, estátuas e monumentos comemorativos, nomes de ruas, algo baseado na arquitetura representando diferentes períodos históricos e estilos;
e) arquitetura brutalista – aquela que usa cimento e que emergiu após 1945.