Uma tradição que perdura entre amigos e familiares

Foto por Catarina Reis

Na adega de José Barreiro, na Póvoa, na União de Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes, mesmo ao lado do lagar ainda cheira a mosto e a uvas esmagadas. O vinho está agora dentro das pipas depois da azáfama dos últimos dias. Foi na última semana de setembro que o agricultor, de 71 anos, com a ajuda de amigos e familiares colheu as uvas e fez a vindima. Piriquita, Vital e Fernão Pires, são as qualidades que tem nas suas vinhas plantadas há perto de 27 anos e que, já chegaram a dar 22 pipas de vinho, entre tinto, branco e abafado. “Mas não esta colheita”, sublinha o produtor explicando que o ano foi fraco. “Quatrocentos litros, um terço a menos do que os 1800 litros do ano anterior”, mas que é superado pela qualidade que “se espera muito boa”, garante o produtor. Expetativas confirmadas pelo Instituto da Vinha e do Vinho, que estima uma diminuição nacional de 20 por centro relativamente à campanha de 2015/2016. Na região de Lisboa, onde se insere Alcobaça, a quebra andará pelos 40 por cento, os principais problemas foram os ataques de míldio e a ocorrência de desavinho na altura da floração e vigamento.

(Saiba mais na edição em papel e digital de 6 de outubro de 2016)

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