Vamos mesmo ajudar a Amazónia?

Depois do editorial de 16 de setembro de 2021, um assinante questionou O ALCOA como poderia ajudar a comunidade onde trabalha a missionária Celeste Moreira, na ilha de Marajó, na foz do rio Amazonas. A Irmã Celeste Moreira, 72 anos, das Religiosas de Maria Imaculada, teve a seu cargo a pastoral das jovens universitárias da casa destas religiosas em Lisboa, quando acompanhou várias jovens da região, que ali residiam durante os seus estudos.

Depois, partiu em missão para Cuba, onde esteve nove anos, e no Brasil, onde está há 15 anos. Com uma população de cerca de 250.000 habitantes, a ilha tem falta de infraestruturas básicas, de habitação, educação e saúde. As carreiras regulares para o continente, Belém do Pará, são de barco durante cerca de oito horas.

A Irmã Celeste Moreira está com outras duas religiosas no município da Cachoeira do Arari, na referida ilha, onde dão catequese e têm um centro para apoio escolar de crianças, formação em música, em trabalhos manuais e informática. Com muitos donativos agora canalizados para o apoio a refugiados na Europa, a missão tem tido grande dificuldade em ajudar esta comunidade da Amazónia, muito pobre e impreparada.

Pode enviar o seu donativo para a missão através da conta PT50 0045 5020 4034189483303. O valor angariado será divulgado e enviado para esta missão, sendo publicado o testemunho desta religiosa sobre a sua aplicação.

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