Entrevista

Jorge Honório. “O novo mandato vai ser uma continuação deste: acabar tudo o que começámos”

Jorge Honório p.j. Turquel (2)

PERFIL

Nome: Jorge Manuel Pedro Honório

Data de nascimento: 18 de maio de 1966

Naturalidade: Feitosa, Turquel

Atividade profissional: Empresário; não é presidente de junta a tempo inteiro

Eleitores: cerca de 4.000

Residentes: entre 4.000 a 5.000

ORA DIGA LÁ…

Uma terra: Turquel, hoje revejo-me muito em Turquel

Um lema de vida: Deus disse “faz que te ajudarei”

No ciclo de entrevistas d’O ALCOA a todos os presidentes de juntas de freguesia, Jorge Honório, candidato do Partido Social Democrata a um novo mandato, fala do trabalho desenvolvido à frente da Freguesia de Turquel.

Porque se candidatou?

Este é o meu segundo mandato. Nunca foi minha ambição ser presidente de junta, só que há acontecimentos na vida que vão despoletar outras situações, como foi o caso do falecimento do anterior presidente de junta, José Carlos. Nessa altura, era o presidente de Assembleia de Freguesia e acabei por assumir o cargo. Vou recandidatar-me para continuar o trabalho feito até aqui e porque sinto o apoio da sociedade turquelense e do presidente da Câmara de Alcobaça. Nunca gostei de estar a mais em lado nenhum: se sentisse que estava a mais, era o primeiro a retirar-me.

Quais os principais problemas que encontrou na freguesia? E o que fez para os resolver?

O Centro Escolar e o Centro de Saúde… problemas antigos. Depois, temos na freguesia coisas que já eram um mal crónico, como o cemitério e o alcatroamento de algumas estradas.

Quanto ao cemitério, comprámos o terreno, o que nos vai permitir não ter problemas porque depois vai ser possível ir alargando-o por fases. O centro escolar, que vai englobar todas as escolas da freguesia, também vai avançar. No que diz respeito ao Centro de Saúde, foi assinada a consignação da obra no dia 27 de junho. Estas obras já estão em carteira há muito tempo e eu sabia que elas iam avançar. Desde que sou presidente de junta sempre acreditei, por exemplo, que o centro escolar ia ser feito, mas tive pessoas, mesmo da minha lista, que nunca acreditaram nisto.

Como avalia o trabalho desenvolvido?

Dava sempre para ser um bocadinho melhor mas, dado o que se esperava e graças à minha equipa, acho que foi muito bom. Arranjámos ali um mamarracho, ao pé do mercado, que era a vergonha de Turquel. Uma obra que foi feita em 1989, mas que nunca foi acabada. Fizemos lá instalações da junta e agora dá para arrumar um carro. Não tínhamos um local para pôr os tratores, onde pudéssemos ter um estaleiro. E nós arranjamos um local para isso. Tudo isto custa dinheiro e leva tempo. Isto são detalhes que as pessoas não se apercebem, mas que fazem toda a diferença. E demos uma imagem completamente diferente a Turquel: alargamos umas ruazinhas, fizemos umas calçadas – pormenores que dão qualidade e vida.

Atualmente quais os principais problemas que a freguesia enfrenta? Ainda continuam a ser as redes viárias: o alargamento das vias e o alcatroamento.

(Saiba mais na edição em papel e digital de 13 de julho de 2017)

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