Novembro: mês dos frutos secos

Filipe Oliveira
Nutricionista

O mês de novembro caracteriza-se pelas temperaturas mais baixas e, por isso, pelo prazer de estar por perto da lareira ou com mantas ao colo no sofá. Um aconchego que pede muitas vezes umas castanhas assadas, uns amendoins, umas amêndoas. Em suma, frutos secos.
Os frutos secos fazem bem ao coração, dão energia ao corpo e, ainda, apresentam elevada densidade nutricional. É importante clarificar que existem dois tipos de frutos secos: os oleaginosos, como as nozes, as amêndoas, os pinhões ou os pistácios; e os frutos secos desidratados, como as passas de uva, as ameixas, os figos ou os pêssegos secos.
Os frutos secos desidratados acabam por ser mais calóricos, uma vez que perdem algumas vitaminas solúveis em água e têm uma maior concentração de açúcar, em detrimento do seu estado fresco.
Por outro lado, os frutos secos oleaginosos são ricos em vitaminas, minerais e fitoquímicos. E apresentam, sensivelmente, 50 a 60% de gordura. Gordura essa que é benéfica ao organismo do ser humano. São também uma boa fonte de proteínas, hidratos de carbono e fibra.
Em suma, como em todos os alimentos, a quantidade de frutos secos a ingerir deve ser moderada, opte pelos frutos secos naturais evitando os que são fritos, salgados ou açucarados.

Filipe Oliveira
Nutricionista

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