Nuno Vieira. “Queremos centralizar todos os serviços para benefício da população”

Catarina Reis
Jornalista

Foto por Catarina Reis

Nuno Vieira, eleito em outubro do ano passado presidente da junta de Freguesia de São Martinho do Porto, tendo recuperado a junta para o PSD, partilha com os leitores d’O ALCOA a sua experiência, de quase um ano de governação e desvenda alguns projetos que gostaria de concretizar na freguesia.

PERFIL

Nome: Nuno José Simão Vieira
Idade: 47 anos
Naturalidade: Caldas da Rainha

ORA DIGA LÁ…

Uma terra: Alfeizeimartinho
Um livro: Muitos livros técnicos
Uma frase: “Sozinho é mais rápido, mas em conjunto vamos mais longe”
Uma personalidade: Todas as pessoas que passam pela nossa vida deixam a sua marca, assim como nós deixamos a nossa

Como surge a candidatura à junta de freguesia?
Em continuação do projeto de 2017, em que não fomos os mais votados. Fiquei com funções de secretário até 2021. A recente candidatura provém dessa continuidade.

Como tem sido a experiência enquanto presidente?
Há muita diferença do cargo anterior, o de secretário, para o atual, como presidente. São outras responsabilidades. Há muitos assuntos que não são da competência da junta e, para sua resolução, têm de passar por processos complexos e demorados. O importante é não «sacudir a água do capote» e, sim, envolvermo-nos na solução. Iniciei os primeiros seis meses na junta a tempo inteiro para organizar toda a parte administrativa e operacional. Após esse processo, cedi meio tempo à nossa coligação.

Quais os maiores problemas da freguesia?
Temos problemas antigos por resolver, como a falta de estacionamento, saneamento e drenagem de águas pluviais.

Qual o orçamento da junta?
Estamos a trabalhar com base do orçamento do ano anterior, cerca de um 1,3 milhões de euros. O nosso objetivo sempre foi em acrescentar valor à freguesia. Estamos focados em reduzir a despesa sem prejudicar os serviços. Como exemplo, a reestruturação de serviços. Havia serviços duplicados, onde a junta tinha funcionários afetos e simultaneamente empresas externas. Estamos a medir o que conseguimos fazer e procurar ajuda onde realmente necessitamos. Temos funcionários que já deram provas de trabalho por amor à vila e, com alguma flexibilidade, torna-se fácil essa gestão. Existem situações que não esperava, como intrigas de pessoas externas aos serviços da junta, a fim de prejudicar o seu bom funcionamento, mas é necessário continuar a acreditar em toda a equipa até prova do contrário.

Saiba mais na edição impressa e digital de 8 de setembro de 2022.

Catarina Reis
Jornalista

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