O meu filho é sobredotado, isso é uma coisa má?

… Carlos imagina uma nave espacial que o transporte para fora da sala de aula e o leve para perto do seu amigo que está ligado ao computador, com ele tem longas conversas e está convicto que é o único que o compreende. Todos os dias experimenta novas jogadas com o seu robô que aprende à velocidade de um relâmpago.
Carlos? Sim, professora? Estás novamente com a cabeça na lua, acaba a tua tarefa imediatamente! Mas… stora, já acabei! Não é possível, mesmo agora iniciámos o exercício…
Com que ideia ficámos das capacidades deste aluno? Distraído e mentiroso ou imaginativo e com facilidade de resolver problemas?
Independentemente da resposta encontrada por cada um de nós, a situação descreve-nos uma criança com uma área de interesse muito específica, persistente nas tarefas de seu interesse, desejo de aprender muito e mais rápido, com elevada capacidade de atenção e rápido na resolução de problemas.
Carlos é um aluno que apresenta facilidades de aprendizagem, mas como termina rapidamente as suas tarefas, dedica o seu tempo a pensar na atividade que mais o desafia e acompanha o seu ritmo acelerado de aprendizagem.
Que estratégias podemos implementar na escola e em casa para que cada criança possa desenvolver o seu pleno potencial?
Na medida em que qualquer aluno tem direito a desenvolver o seu pleno potencial, escola e família têm de considerar as características específicas de sobredotação e implementar estratégias específicas.

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