Alcobaça. Pais preocupados com violência no Centro Escolar

Foto por Catarina Reis

Maria, nome fictício, tem três filhos a frequentar o Centro Escolar de Alcobaça (CEA), mas os dias de escola dos seus filhos transformaram-se, nas suas palavras, “num verdadeiro calvário”. Agressões físicas, ameaças psicológicas e tentativas de roubo e extorsão de colegas no interior do espaço preocupam esta mãe. “A situação já se arrasta há algum tempo, não apenas dentro da sala de aula, mas também nos espaços do recreio”. Segundo Maria, as “crianças desestabilizadoras” estão perfeitamente identificadas: “alguns são de etnia cigana, mas não só; também há outras crianças bem problemáticas”. Um “grupo complicado, que acaba por arrastar outros miúdos que são mais influenciáveis”, sustenta. Segundo esta mãe, os alunos psicologicamente mais afetados chegam mesmo a recusar-se a ir para a escola. Em seu entender, os professores fazem tudo o que podem e as auxiliares não podem fazer mais, mas o pessoal não é suficiente. O caminho é “levar as crianças a entender que as suas atitudes não são corretas, fazendo, por exemplo, serviço comunitário”. Maria conta ainda que depois de expor o problema através das redes sociais, outros pais e outras crianças que até agora não se tinham manifestado, vieram igualmente contar episódios e denunciar situações preocupantes de que têm conhecimento.

(Saiba mais na edição em papel e digital de 16 de novembro de 2017)

 

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