Opinião

Cine-teatro de Alcobaça: uma programação para todos

Em 2014 comemoram-se 450 anos do nascimento de William Shakespeare, o famoso poeta e dramaturgo inglês, um dos maiores escritores de sempre e porventura o mais influente dramaturgo do mundo.

Alcobaça não podia ficar indiferente a uma efeméride desta dimensão pelo que foi com orgulho que o Cine-Teatro apresentou “Como queiram”, uma comédia pastoril encenada por Beatriz Batarda.

E foi também com satisfação que verificámos, na sequência do que já tinha acontecido com os concertos de António Zambujo e Deolinda, que o público correspondeu esgotando rapidamente os bilhetes.

Esta grande produção de teatro, talvez a mais ambiciosa apresentada em Alcobaça desde que o CTA reabriu em 2004,  constituiu um destaques da programação para este primeiro trimestre do ano.

Programação esta que permanece fiel aos seus princípios de ecletismo – com teatro, música e dança – e de transversalidade, tentando assim atingir todos os públicos.

Os Deolinda, que abriram a “temporada”, e os Anjos  agora em Fevereiro (ambos pela 1ª vez no CTA) constituem as mais importantes apostas neste sentido ao nível da música, devidamente acompanhados pela “Loucura dos 50”, uma comédia protagonizada por alguns dos actores mais conhecidos do grande público.

Já ao nível da dança, na sequência da programação regular de grupos profissionais de que é exemplo recente a Companhia Olga Roriz, apresentamos desta feita (também em estreia em Alcobaça) a Companhia de Dança de Almada.

Por outro lado, as crianças não foram esquecidas e terão direito a espectáculos especialmente desenhados para elas: “A caminhada dos elefantes”, uma co-produção Artemrede, e “O Gato Berlioz – à descoberta da música do Mundo na América Latina”, 2º episódio de um ciclo de espectáculos didáticos produzidos pela Academia de Música de Alcobaça.

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