Opinião

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Em primeiro lugar, o concelho de Alcobaça

Nas décadas que levamos de democracia, muito se fala na influência dos Partidos Políticos na tomada de decisões e, tantas vezes, nos prejuízos que advêm dessas decisões considerarem mais os interesses, seus e dos seus militantes, do que os da população. No entanto, quando nos desviamos desta forma de atuar e colocamos os interesses do Concelho acima dos interesses partidários, logo aparecem aqueles que, tão ligados às máquinas partidárias, parecem querer fazer do direito de decidir que assiste a cada Cidadão o cometimento de um pecado imperdoável. Para as Eleições de setembro próximo, o CDS-PP congregou Pessoas que entendem poder contribuir para o melhor desenvolvimento do Concelho de Alcobaça, utilizando a sua experiência, onde incluem a aprendizagem com eventuais erros cometidos, para fazer melhor. Desta forma, o CDS-PP coloca os interesses do Concelho acima dos seus e apoia uma equipa que, não sendo constituída maioritariamente por militantes, une um grupo cujas ideias e ideais não colidem com os da democracia cristã, aliás, tão próxima da social-democracia. Este grupo, liderado pelo Candidato a Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Dr. Carlos Bonifácio, entende que o desenvolvimento do Concelho é o mais importante e é aí que devemos centrar as atenções, levando com ele Pessoas anteriormente ligadas a outros projetos, nos quais já não se revêem. O que está em causa, muito mais do que discussões arreigadas à tão estafada querela político-partidária, são as decisões a tomar no curto prazo para reposicionar Alcobaça no rumo do desenvolvimento.
Alguns continuarão a discutir o passado. Nós preferimos preparar o futuro e nas próximas eleições a decisão passa também por aqui, pela opção entre o apego aos interesses meramente político-partidários ou pela congregação de esforços para tornar o nosso Concelho muito melhor. O projeto do CDS-PP, com o Dr. Carlos Bonifácio, escolheu a via da procura de melhores soluções.
Alcobaça merece muito mais e contamos com todos os que queiram contribuir para o seu desenvolvimento. Para isso, todos fazemos falta.

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