Explorar. Viagem pelo mundo motiva desenhos para manter memórias vivas

Luís Simões, de 42 anos, já viajou pelos cinco continentes. Em março de 2020, veio morar junto dos pais, em Alcobaça, uma “cidade simpática, estilo de vida simples, com bons acessos” caracteriza Luís Simões a’O ALCOA. Em suma, “tudo o que é preciso para se viver bem”.

Em 2012, Luís Simões decidiu embarcar numa viagem a começar pela Europa, seguindo-se a Ásia, a Oceânia, América do Sul e África com o objetivo de “querer fazer algo ambicioso e para aprender na área do desenho”, assume. Também viu a oportunidade de “aprender novos projetos, conhecer novas realidades e transformar-me como pessoa”. Cada país com a sua particularidade, o artista conta que “todos lhe agradaram”. No entanto, nas Filipinas, no final de 2015, teve um episódio “menos bom”: foi assaltado. “Vivi um momento de revolta interna, de como me deixei levar: fui convidado a passar o dia com vários indivíduos, fomos a um bar, onde me drogaram e conseguiram tirar-me o dinheiro”, conta. Depois, “perdi a confiança das pessoas, e todas as decisões tomadas foram com desconfiança”. Mesmo assim, não saiu do país: “não guardo rancor; foi uma lição a retirar”, analisa Luís Simões.

Luís Simões vai apresentar a história da viagem na Biblioteca Municipal de Alcobaça, a 9 de abril

O viajante ressalta ainda o percurso de bicicleta em África: “olhei para as localidades de outra forma, em especial pelo facto de os terrenos serem mais difíceis de pedalar”.

Urbanismo e arquitetura são os destaques dos desenhos de Luís Simões, como se fosse uma “reportagem ilustrada dos lugares visitados”. Uma “experiência diferente, em que as memórias ficam mais vivas”. Os seus trabalhos, nas cidades, retratam ainda os seus “ícones”, explorando perspetivas e planos.

Saiba mais na edição impressa e digital de 17 de março de 2022.

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