Inovação. Pitayas da Ataíja à conquista da região

Catarina Reis
Jornalista

Foto por Catarina Reis

É alvorada de agosto. Numa estufa com 1.200 metros quadrados, na Ataíja de Cima, em Aljubarrota, há uma tonalidade de cores e cheiros que saltam à vista. São as flores amarelas, com os frutos que oscilam entre vermelho e rosa, misturados com os pés verdes, que tornam aquele lugar mágico. Ali nasce uma produção de pitayas, fruto característico de zonas tropicais e subtropicais da América Central e da América do Sul, com baixo teor de açúcar e muito rico em vitaminas. Esta, que será “provavelmente a única produção com expressão na região”, é composta por 1.200 pés, “que começaram a dar fruto em maio e que se estenderão até dezembro ou janeiro do próximo ano”, disse a’O ALCOA o seu produtor, Nelson Dias. Tendo iniciado este cultivo há quatro anos, só esta época conseguiu colher fruta com quantidade, “uma estimativa de 500 quilos até final de época”, não é muito face ao investimento, “20 mil euros, sem quaisquer apoios”, avança o responsável, que comprou os pés a um produtor em Sesimbra e fez lá formação para o cultivo deste fruto, de que só no próximo ano espera ter em quantidade para revenda.

Além dos custos e das dificuldades da própria atividade, que tem de ser em estufa e com determinadas condições, nada o demove.

Saiba mais na edição impressa e digital de 8 de setembro de 2022.

Catarina Reis
Jornalista

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