S.O.S. Património “Memórias de Várias Vilas e Terras dos Coutos de Alcobaça”

Na obra “Memórias de Várias Vilas e Terras dos Coutos de Alcobaça”, recentemente editada pel’O ALCOA, o cronista-mor dos Cistercienses de Portugal, Frei Manuel de Figueiredo, prosseguiu viagem da Cela para a Maiorga.
No caminho desde Alcobaça, encontra-se uma destruída capela que foi dedicada a S. Vicente. Segundo Gérard Leroux, que editou a obra e reconstituiu os passos de Frei Manuel de Figueiredo, uma “pequena ermida existiu na casa agora habitada pelo Sr. António Henriques Domingues, denominada de S. Vicente e, perto dela, uma fonte que Diogo da Horta e outros crentes mandaram arranjar em 1604”. No interior desta capela, havia ainda uma fonte que se dizia ser milagrosa. Fonte que, segundo o historiador, ainda existe “no interior da antiga fábrica de cerâmica Facerama”, bem como a lápide com a descrição da fonte, encontrando-se embutida no muro da Quinta do Outeiro, em frente à referida fábrica.
Ainda na Maiorga, na Igreja matriz, dedicada a S. Lourenço e reconstruída em 1873, há a destacar o seu alpendre, assente sobre seis pequenas colunas e que já não existe. “Felizmente, a pia do Batismo está conservada no lugar próprio, no batistério”, escreve Gérard Leroux. Menos sorte tiveram as cruzes nas paredes, que provam ser sagradas, figurando umas, o hábito da Ordem de Avis, e outras o da Ordem de Cristo. “Cruzes de sagração que não foram conservadas”, nota o historiador.

Saiba mais na edição impressa e digital de 1 de abril de 2021.

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