Turquel. Artesã revela dificuldades em expor os seus trabalhos de tapeçaria

Neuza Santos
Jornalista Estagiária

Desde os seus 14 anos de idade, Júlia Ramalho é uma apaixonada por tapeçaria. Idade em que começou a ver a alcobacense Irene Natividade a fazer os seus tapetes, com quem, a partir dos 16 anos, aprendeu a arte da tapeçaria. Natural do Vimeiro, mas a residir em Turquel, Júlia Ramalho afirma, a’O ALCOA, que esta é “uma arte única e exclusiva”. As tapeçarias são “feitas à mão, com estopa de linho, lã e uma agulha”, juntamente com muitas horas de dedicação. “Um tapete pequeno demora mais de um mês a ser feito, mas se for com grandes dimensões posso demorar mais de dois anos para o acabar”, sublinha. Os seus trabalhos refletem a sua personalidade, uma vez que Júlia Ramalho é pessoa muito alegre e expressiva. As tapeçarias são coloridas.

Para a artesã, a tapeçaria é “uma terapia e um hobby, que gostava que se transformasse num trabalho a tempo inteiro”. Todavia, “a pandemia veio agravar a dificuldade em expor os meus trabalhos” e é um entrave que impede, por enquanto, esta transação. “Dar aulas era uma boa hipótese, uma vez que as pessoas ficam fascinadas com as tapeçarias, e é uma boa oportunidade para dar a conhecer o meu trabalho”.

Saiba mais na edição impressa e digital de 23 de junho de 2022.

Neuza Santos
Jornalista Estagiária

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